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6 requisitos para atrair talentos

junho 15th, 2010

Aproveitando o gancho do post anterior sobre como motivar seus colaboradores, um dia desses recebi um e-mail do Quebra Tudo!, um newsletter periódico da Biz Revolution com idéias bacanas e questionamentos sobre diversos assuntos.

Neste especificamente, Ricardo Jordão Magalhães (o autor) introduz alguns pré-requisitos que uma empresa deve ter, ou entender, para que um colaborador moderno (Geração Y) queira trabalhar com ela. Veja só:

PRIMEIRO PARÁGRAFO: O funcionário pode demitir o chefe. Ok, eu aceito trabalhar na sua empresa. Mas, se o meu chefe não for excelente o suficiente para me liderar eu quero ter a liberdade para falar com alguém sobre como trocar de chefe. A geração de jovens da BASF está acostumada a ter as situações modificadas para atender as suas vontades (controle remoto, celular, internet, cartão de crédito, diferentes rodas de amigos etc). Você pode achar isso errado, mas eu acho isso bacana. Por que aceitar as coisas como sempre foram? Por que? Por que? Por que?

A pergunta que não quer calar é: COMO É POSSÍVEL UM PAÍS EM DESENVOLVIMENTO COMO O BRASIL NÃO TER TRABALHO PARA TODAS AS PESSOAS?

Como pode???!!! Como pode um lugar que não tem escolas, não tem empresas, não tem estradas, não tem hospitais, não tem faculdades, não tem teatros e cinemas, não tem parques, não tem campos de futebol o suficiente para TODAS as pessoas NÃO TER EMPREGO PARA TODAS AS PESSOAS????

Somos ou não somos MUITO RUINS???

Eu quero mudanças, MUDANÇAS REAIS!!

SEGUNDO PARÁGRAFO: Ninguém precisa ficar mais que 8 horas por dia em um escritório. Ok, eu aceito trabalhar na sua empresa. Mas, quantas horas exatamente de trabalho você precisa de mim? Eu trabalho muito mais rápido do que as gerações anteriores. Se você me der diretrizes claras eu vou fazer o meu trabalho no tempo que tem que ser feito sem perturbar ninguém. A geração BASF adora trabalhar, mas sabe que consegue realizar a maioria das suas funções do conforto da sua casa, ou de uma Starbucks.

A coisa mais imbecil que alguém pode estar fazendo nesse momento é torrando milhões de reais com o aluguel ou compra de escritórios sofisticadíssimos em algum ponto ultra valorizado da cidade.

Essa compra é boa apenas para a elite da cidade que está faturando uma grana federal em cima de alguns executivos boçais que precisam de status para se manter no cargo.

TERCEIRO PARÁGRAFO: A Facebook é tão importante quanto o meu salário. Ok, eu aceito trabalhar na sua empresa. Mas, se você proibir o acesso a Facebook, Orkut, Blogs, G-Mail, YouTube, Twitter ou qualquer mídia social eu peço demissão. Os velhos caquéticos não conseguem entender o que existe de tão interessante nas mídias sociais. Para a geração BASF checar as últimas atualizações da Facebook é a mesma coisa que checar os recados na caixa postal da sua secretária eletrônica. Ok, fique para trás. Desculpe. A geração BASF entende que as mídias sociais são uma excelente maneira de fazer networking, aprender, descobrir insights, vender, fazer negócios e prosperar.

QUARTO PARÁGRAFO: O meu Salário é tão importante quanto o meu Trabalho. Ok, eu aceito trabalhar na sua empresa. Mas, não me venha com vídeos e palestras motivacionais imbecis para me iludir quando não puder me pagar bem. Eu quero liberdade para cobrar um aumento de salário quando eu sentir que mereço. A geração BASF se sente completamente a vontade em cobrar o que lhe é devido. Essa geração quer VENCER, não quer enrolação. Chega desse papo furado de “Brasil País do Futuro”, se você não brigou por um país melhor para você e para a sua geração o problema é seu. Eu quero mudanças.

QUINTO PARÁGRAFO: Eu quero estudar no horário de Trabalho. Ok, eu aceito trabalhar na sua empresa. Mas, eu quero ter a autonomia de formar grupos de trabalho para estudar como seremos mais inovadores e responsáveis dentro do horário de trabalho. A faculdade não vai resolver o problema da empresa. A Geração BASF sabe que tem que continuar a estudar a vida inteira, e praticar o que aprende. Funcionários lendo livros e estudando manuais da empresa em pleno horário de trabalho parece doideira para muitos velhos obsoletos que circulam por aí, mas faz todo o sentido para a geração BASF.

Muitos não entendem isso, mas VENCER é sobre estudar o ambiente em que estamos vivendo a aplicar o que aprendemos imediatamente.

SEXTO PARÁGRAFO: Eu quero o meu Mestre Jedi! Ok, eu aceito trabalhar na sua empresa. Mas, eu quero saber quem será o guru que irá me bater, me colocar no eixo, fornecer feedbacks, apertar o meu calo, torcer o meu pescoço quando eu precisar. Eu não preciso de motivação, eu preciso de direção! Eu quero um Coach! Eu quero alguém para me orientar. Eu quero alguém que realmente se importa com o crescimento das pessoas. Essa geração não aceita autoridade por autoridade, mas respeita quem demonstra conhecimento, assertividade e incrível vontade de ENSINAR e VENCER. Relatórios Anuais de Desempenho ou Feedback 360 graus é para imbecil. A geração BASF quer feedback TODOS OS DIAS. A geração BASF está acostumada com paparicação todos os dias. Seja na Facebook, Orkut, Twitter etc, a geração atual quer interação e feedacks imediatos.

Não seja envergonhado, saia de trás da sua mesa caquética de mogno envelhecido e entre na conversa.

Leia o artigo completo aqui.

Como motivar seus colaboradores

maio 26th, 2010

Ontem estive no 12º encontro Locaweb em SP. Numa das palestras do Fabio Akita, personalidade do Ruby on Rails no Brasil, ele apresentou um estudo fantástico sobre motivação.

O estudo feito em alguns países comprovaram que bonificações e prêmios apenas pioravam o desempenho de atividades que exijam esforço criativo. Atividades como programar, calcular, resolver problemas, enfim, quase todas as atividades do século em que vivemos.

Os estudos mostram que o método cenoura-chicote (ou benefício vs. punição) só funciona para algumas atividades repetitivas, onde o empregado sabe exatamente o que tem que fazer, como apertar um parafuso.

Para se obter engajamento de seus colaboradores, o auto-direcionamento funciona melhor.

A auto-motivação gira em torno de 3 elementos básicos: autonomia, domínio e propósito.

Autonomia: o desejo de direcionar nossas próprias vidas.
Domínio: o desejo de melhorar cada vez mais fazendo algo que importa.
Propósito: o desejo de fazer o que fazemos, para que sirva a algo maior que nós mesmos

Em outras palavras, dê autonomia para que eles trabalhem da maneira deles e não da sua. Mostre o propósito do seu trabalho e o quanto ele vai melhorar a vida das pessoas envolvidas, o quão grandioso e importante será o resultado disso pra ele e para o todo.

O vídeo com mais detalhes sobre a pesquisa foi apresentado no TED, por Daniel H. Pink, autor do livro “A whole new mind“. Assista o vídeo completo logo abaixo, com legendas em português (clique em “view subtitles”).

E na sua organização? Como funciona? Compartilhe, comente, colabore com seu comentário!

E claro, o vídeo completo da palestra de Fabio Akita no 12º encontro locaweb:

Veja outros vídeos do Fabio Akita no Blip.tv.

Nicholas Winton, o herói anônimo

abril 14th, 2009

Você já ouviu falar deste homem? Sir Nicholas Winton é um britânico que organizou o resgate de 669 crianças judias na antiga Tchecoslováquia, salvando-as da morte certa nos campos de concentração nazistas antes do início da Segunda Guerra Mundial.

Winton diz que “se algo não é obviamente impossível, deve haver uma maneira de ser feito”.

Comovente matéria exibida no programa Fantástico em 23/12/2007. Vale a pena assistir até o final.

A Corrente do Bem

março 15th, 2009

Há vários natais, minha mãe adota uma criança de uma instituição. Todos os anos sorteiam a ela uma criança e informam o nome e idade dela. Então minha mãe compra roupas, brinquedos, e um monte de coisas pra dar de Natal pra ela. Acho isso fantástico! São poucas as pessoas que fazem alguma coisa pelos outros sem cobrar nada.
Mas honestamente, não sei se isso pode mudar a situação dela no presente ou no futuro. Por favor, não quero que ela pare de fazer isso, pois eu faço menos ainda por elas.

corrente-do-bemNo filme “A Corrente do Bem” (Pay-it forward), o aluno da 7ª série Trevor Mckinney (interpretado por Haley Joel Osment) leva o trabalho de escola a sério. A pedido do professor Eugene Simonet (Kevin Spacey) em um trabalho de estudos sociais ele cria “A Corrente do Bem”.
A idéia é baseada em três premissas: fazer por alguém algo que este não pode fazer por si mesmo; fazer isso para três pessoas; e cada pessoa ajudada fazer isso por outras três. Assim, a corrente cresceria em progressão geométrica: de três para nove, daí para 27 e assim sucessivamente.
Pelo menos no filme a idéia funciona, e começa a ser executada na família do próprio Trevor com ajuda do professor. Posteriormente dão abrigo a um sem-teto, e logo a idéia se espalha por todo os Estados Unidos.

Nunca pensei tanto neste filme como nos últimos meses. Em 2009 eu completo 25 anos de idade. Se fosse dividir minha vida em 3 para realizar a corrente do bem, acho que esta seria a hora ideal. A próxima ajuda faria aos 50 e a próxima aos 75 anos.

O que tenho pensado é o que fazer ?

Estou 99% decidido a levar o plano adiante, e fazer por alguém algo que ninguém jamais faria. As pessoas ao nosso redor são indiferentes à quase tudo. E eu me incluo, mesmo estando incomodado, nesse cenário.
Mas quero mudar! E gostaria de compartilhar com vocês o que eu fizer, quando fizer.

Farei isso no segundo semestre, mas até lá planejarei tudo que for possível. Gostaria de obter sugestões de vocês sobre o que fazer. Vai me ajudar? É só dar uma idéia!
Ajudar um morador de rua a mudar sua vida como fizeram no filme? Eu quero saber a sua opinião!

Assista as Palestras da Campus Party ao vivo

janeiro 22nd, 2009

Direto da Campus Party Brasil 2009.
Assista ao vivo várias palestras que acontecem simultâneamente na #cparty.

Update: Acabou! Agora só em 2010.

Zoomii – um e-commerce diferente

julho 8th, 2008

Fundada pelo canadense Chris Thiessen, a Zoomii entrou no ar há alguns dias, em 16 de junho de 2008. Com muito trabalho, dedicação e persistência, desde Dezembro de 2006 Chris vem montando uma loja virtual de livros utilizando o programa de parcerias da Amazon.com, a maior loja virtual do mundo.

Um conceito diferente de livraria virtual, surgiu a Zoomii, a livraria mais real que eu já vi até hoje. Nela o usuário navega entre as prateleiras e seus 25 mil livros em várias categorias. Pode dar zoom nos livros, e vê-los nas estantes, algo que não é possível fazer nas livrarias virtuais de hoje.

Muitas pessoas com internet ainda entram em livrarias reais, apenas para ver o que há de novo, e não o fazem nas virtuais. Estas por sua vez, só recebem o usuário para pesquisar preço e comprar quando já sabem o que querem. Na Zoomii o conceito é outro, você entra muitas vezes sem saber o que quer e pode ‘andar’ pelas prateleiras dando uma olhada rápida nos títulos disponíveis, como em uma loja de verdade.

Chris usou tecnologias como JavaScript no lado do cliente e Java nos servidores Linux. A loja por enquanto está disponível apenas lá fora, mas com o sucesso que está fazendo logo aparecerá em outras versões.

Veja um vídeo demonstrativo da Zoomii abaixo ou conheça a loja no http://www.zoomii.com/

SEGURANÇA WEB: O prejuízo está crescendo…

abril 7th, 2008

Acredito que em breve um dos maiores prejuízos causados por descuido virá a midia. Vou explicar.
Em dezembro de 2007 enquanto efetuava uma compra em um dos maiores e-commerces do Brasil, me deparei com uma falha de seguança bestial. Esta falha não prejudicaria nenhum usuário. Pelo contrário, ela permite que o visitante decida quanto que pagar por sua compra.

Isso mesmo. Não, esta não é a loja virtual das Casas Bahia. Se fosse, não seria falha de segurança, seria compromisso de marketing para evitar multas do CONAR.

Ao detectar a falha eu efetuei outras duas compras do mesmo produto tentando finalizá-la com um valor cada vez menor do que o anterior. E para minha perplexidade, foi um sucesso.
Felizmente (ou infelizmente – como disseram alguns amigos), eu não paguei o boleto de nenhuma das compras irregulares. Voltei, e re-fiz o terceiro pedido sem me aproveitar da falha, e o paguei. O pedido chegou no prazo, exatamente como eu queria.

Resolvi então enviar um e-mail para os responsáveis do portal informando detalhadamente sobre dois erros que encontrei, incluindo este. Falei que poderiam cancelar os pedidos que gerei com valor com descontos e informei o numero do pedido correto. Aí a surpresa foi maior ainda. Veja o que responderam:

“Prezado Sr. Ricardo

Agradecemos imensamente o seu contato conosco!
Informamos que o seu pedido número 123456 foi cancelado em nosso sistema.
Recebemos o seu e-mail como uma sugestão muito importante para o desenvolvimento do nosso site.
Queremos deixar expressos que o nosso objetivo é sempre visar à plena satisfação de nossos clientes.

Caso desejar quaisquer outros esclarecimentos, queira por gentileza entrar em contato, que estaremos à disposição! (…)”

A impressão que tive, é que a pessoa do outro lado não tinha a menor idéia do que eu estava dizendo.
Hoje eu tenho certeza, pois no próximo dia 26(Abril/08) faz 4 meses que informei sobre o problema, e a falha ainda está lá, disponível para qualquer curioso de tecnologia ou programador como eu comprar com 10, 20, 50 ou 99% de desconto.

Grandes portais como Americanas, Submarino, e outros, chegam a ter 1 ticket de compra emitido a cada 10 segundos. É praticamente impossível encontrar quem pagou 90% ou 99% menos por um produto se aproveitando de uma falha de segurança.

Acredito que quando isso for descoberto, se houver uma maneira de mensurar quantas pessoas não se aproveitaram desta falha, será um dos maiores prejuízos já vistos no ecommerce nacional.

Quando isto ocorrer, eu então divulgarei o nome da loja, o e-mail completo, e aquela frase básica: EU AVISEI!

A solução para o caos do trânsito de SP existe!

março 13th, 2008

Quarta-feira, 12 de Março e São Paulo registra o 6º recorde de congestionamento em apenas 15 dias. Mais de 186 km de congestionamentos. Os paulistanos andam em média 7 km por hora com seus veículos que fazem de 0 a 100 em alguns segundos. Parece uma brincadeira do destino. Cuidado com os radares, aqui você não pode passar de 70. “Quem dera poder estar a 50″ pensa o motorista em sua BMW blindada e estacionada na Marginal Pinheiros em meio ao caos.
O problema não está no trânsito, e tem solução!
O problema está na mentalidade medíocre da maioria dos empresários. Entenda o que quero dizer…

O caos do trânsito é um problema para muitas cidades no Brasil e no mundo. São Paulo obviamente está em evidência. O número de automóveis em circulação cresceu 600% nos últimos 10 anos contra apenas 10% da quantidade de vias públicas.

O que vamos fazer?

Esperar mais algumas décadas enquanto as autoridades “competentes” abrem licitações para construção de mais 2 ou 3 estações de metrô que já não resolverão o problema?
Esperar pelo pedágio municipal e deixar o prejuízo vir parar nos nossos bolsos denovo?
Aumentar a abrangência do rodízio e ver mais carros velhos poluindo nosso ar?

A solução é simples: DEIXE AS PESSOAS TRABALHAREM EM CASA!

A maioria esmagadora das pessoas que congestionam o trânsito das grandes cidades saem de suas casas onde têm seus computadores com internet para ir para empresa, sentar-se em uma mesa com computador e internet para realizar algum trabalho que poderiam fazer de qualquer lugar, a qualquer horário.

No Brasil a idéia de trabalhar remotamente ainda é sinônimo de irresponsabilidade preguiça ou ‘trabalho de boa-vida’. Será?

Quantas pessoas que trabalham com você no escritório precisam realmente estar ali? Sua empresa gasta mais luz, mais água, produz mais lixo, poluí muito mais com esta atitude do que se mandasse (ou apenas permitisse) que algumas pessoas trabalhassem em casa.

“Nós vivemos no mundo das webcams, vídeos conferências portáteis, skypes, web reuniões e seminários, iphones, wireless, ERPs baseados na web, CRMs baseados na web, Intranets, Sistemas de Folhas de Pagamento baseados na web, administração de servidores de dados através de Blackberrys. Caramba!! DEIXE AS PESSOAS TRABALHAREM EM CASA!

Deixe as pessoas decidirem por si mesmas quando, onde, com quem e porque devem estar presentes no escritório. ” completa Ricardo Magalhães, Diretor de Marketing que já trabalhou por mais de 17 anos em empresas como Brasoftware e Tech Data.

Em casa, as pessoas não são atrapalhadas pela conversa dos outros, não perdem tempo falando bobagem no cafezinho, e ficam mais focadas nos seus resultados, sem ter que se preocupar com coisas mais fúteis como a roupa que estão vestindo, se alguém achará ruim por estar de pé, sentado, apreciando a vista, etc. Terá que se preocupar apenas em fazer aquilo que lhe é pedido. Sendo um bom funcionário, fará ainda mais, pois poderá fazer a sua maneira.

Não estamos incentivando a abandonar seu recurso em casa. ACOMPANHE seu trabalho! Este é o papel de um líder, que neste momento certamente está entretido na sua cadeira com outras coisas ao invés de acompanhar o trabalho de seus liderados que estão fisicamente presentes ao seu redor.
Que diferença isso faz? Não há como saber se todos estão o tempo todo realizando suas tarefas. Será que aquela secretária lá no cantinho está mesmo fazendo o que deveria? Apesar de entregar tudo que lhe foi pedido, chegar pontualmente às 08:00 será que não sobra ainda umas 4 horas pra ela ficar no msn, orkut, e gastando os recursos da empresa a toa?

Enfim, É POSSÍVEL deixar as pessoas trabalharem em casa SIM. Porém, como em qualquer outro lugar, é necessário haver um ACOMPANHAMENTO. Você como líder tem o DEVER de saber como está o trabalho de cada um dos seus liderados. O seu acionista ou o dono da empresa certamente irá exigir que você saiba sobre isso.

Se você é um líder ou dono de uma empresa, focado em resultados, experimente: DEIXE AS PESSOAS TRABALHAREM EM CASA!

Você estará reduzindo seus custos de luz, água, cafézinho, limpeza, telefone, equipamentos, estará contribuindo para a redução da poluição, do trânsito, dos acidentes, além de tornar o ambiente de trabalho desses funcionários o melhor possível dando mais tempo para que eles possam aprender coisas novas, já que alguns perdem até 6 horas por dia no caótico trânsito da cidade.

Tente! Deixe as pessoas trabalharem em casa!

Links Relacionados:
Follow-up! – A matéria de referência de Ricardo Magalhães
Biz Revolution

Sorte e Coragem: A historia de O Boticário

fevereiro 26th, 2008

Você já ouviu falar de Miguel Krisgner? Este é o presidente de O Boticário, o gigante do setor de cosméticos com mais de 2.400 lojas e que fatura mais de R$677 milhões.
Mal pude acreditar no acaso que fez crescer esta potência.
Krisgner estava em São Paulo visitando fornecedores com um amigo que ia levá-lo à rodoviária. Mas antes resolveram passar na Gessy Lever para seu amigo resolver um pequeno problema.

Enquanto aguardava na recepção, um senhor puxou assunto perguntando o que ele fazia. Krisgner disse que trabalhava com cosmética e o homem que coincidentemente era vendedor de uma empresa de vidros perguntou:
- Você não quer comprar alguns frascos?
O homem explicou que o apresentador Silvio Santos havia encomendado as embalagens, pois pretendia montar uma fábrica de cosméticos, mas como no meio do caminho ganhou a concessão para abrir a TVS (atual SBT), resolveu abandonar o projeto.

Krisgner foi com o homem ver os frascos em um galpão no bairro de Vila Guilherme.
“Eram 65 mil vidros de perfume, 20 mil de xampu e 15 mil de creme”, revela Krisgner.
O homem não queria vender apenas uma parte da produção. Ou ele levava tudo ou ia embora sem levar nada. Mas o preço dos frascos era US$40 mil e sua farmácia faturava apenas US$4 mil por mês.
Krisgner tomou coragem e propôs um pagamento em dez vezes. O executivo só concordaria se ele pagasse o frete até Curitiba.

Os dois fecharam negócio. Agora o novo dono dos frascos tinha que achar o que fazer com eles. Havia uma licitação para abrir uma loja no aeroporto de Curitiba, e Krisgner foi o único a fazer proposta.

Agora só faltava o produto para vender. Foi então para São Paulo onde conheceu uma perfumista que estava desenvolvendo uma fragância. A fragância nem estava pronta e Krisger já encomendou, pois tinha muita urgência.

Dessa forma surgiu o Acqua Fresca, a fragância do O Boticário que atingiu 45 milhões de frascos vendidos nos últimos 20 anos e que deu força à sua marca.

Hoje, a pequena farmácia de Krisgner se tornou uma potência com mais de 2.460 lojas e faturamento de R$677 milhões.

Miguel Krisgner enxergou a oportunidade e teve coragem de arriscar o bastante naquilo que acreditava.

Tudo bem que a sorte ajudou um pouquinho, mas ele está de parabéns.

Fonte: Isto É Dinheiro (SP) – 24/02/2008

Campus Party 2008 – 3o Dia

fevereiro 14th, 2008

Bom dia galera. Ontem foi um dia extremamente produtivo para quem estava na busca de novos conhecimentos e novidades por aqui.
Na área de desenvolvimento tivemos a segunda parte das aulas de C++ ministradas por Ciro Trindade, de Web 2.0 e Ajax com David Ruiz que apresentou várias frameworks interativas e exemplos da tecnologia que revolucionou a web, programação para jogos com Armando Schiavon.
No BarCamp também me surpreendi com uma sequencia de apresentações rápidas. A idéia dos organizadores era abrir espaço para que os novos e pequenos empresários apresentassem seus projetos e idéias para os investidores locais. O evento organizado por Edson R. Gomes da ZeroUm Digital reuniu apresentações das mais diversas áreas como BLOPIX (aluguel de videos online), Blog Content (blogs corporativos) e Daniel Heise da DirectTalk.
Ainda consegui assistir a uma palestra sobre Python no stand de Software Livre, outra linguagem de programação que vem ganhando mercado e parece bem simples de aprender. A palestra foi ministrada pelo Luciano Ramalho da Simples Consultoria.

Confiabilidade…
Com debates sempre polêmicos e apresentando pontos de vista diferentes, o Momento Telefonica foi palco de um assunto interessante. Participei apenas dos momentos finais mas suficiente para perceber que se tratava da influência da internet sob a personalidade das crianças e do ser humano. Até que ponto a internet pode definir ou influenciar a índole de uma pessoa durante a sua infância?
Os participantes fizeram um comparativo com a sua mãe. “Sua mãe pode lhe ensinar a se tornar um assassino. Não existe confiabilidade no ser humano.” foi a conclusão de um dos participantes, a qual concordo plenamente. Não devemos culpar o conteúdo da internet pela formação das pessoas, pois isso pode ser feito (e em muitos casos, é) de outras formas como através da família.

E quanto à pedofilia? Imaginar que sua filha de 16 ou 14 anos pode se vender para ganhar algum dinheiro. Aí vem dizer que a internet é um facilitador à essas pessoas, e esquecem que ela também é um facilitador para a criança aprender coisas boas, se manter informada sobre coisas que seus pais talvez não instruissem.
“Há 20 anos atrás, a criança de 14 anos casava e tinha filhos. Hoje é considerado pedofilia.” foi a conclusão de outro participante, a qual considero muito verdadeira. Isso sem considerar que nesta época a internet era inacessível, e o acesso à informação muito menos difundido.

Bom pessoal, vou ficando por aqui.
Desculpem o atraso na publicação do resumo de ontem.

Abraços a todos.

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